quinta-feira, 29 de setembro de 2011

PRÁTICAS DA INCLUSÃO


A PRÁTICA INCLUSIVA


    A prática inclusiva centra-se na aprendizagem e não no ensino. Quando o professor está mais preocupado em cumprir o programa do que acompanhar o desenvolvimento dos alunos, estará enquadrando-se mais num modelo tradicional. O modelo de escola inclusiva busca verificar, constantemente, o crescimento global do aluno, atentando para uma educação mais individualizada, personalizada, que irá satisfazer as necessidades básicas de cada um. Devemos ressaltar então que a educação que antes era apenas para “alguns”, passa a ser agora para “todos”. Assim, quando se propõe ambientes de aprendizagem na escola inclusiva, estes deverão acontecer de forma que a pessoa com deficiência tenha oportunidades de participar, relacionando-se com todo o ambiente.
    Assim quando se pensa em práticas inclusivas que auxiliam as pessoas a aprender com êxito, deve-se se dar ênfase ao trabalho grupal, pois a inteligência (segundo Piaget) encontra maior facilidade de evolução na relação que surge da possibilidade de “trocas” dentro do grupo. Logo, os grupos de pares têm provado ser um suporte da mais alta importância para a capacitação de alunos com deficiência efetivando assim sua participação de maneira mais plena em todos os aspéctos da escola. A convivência com os pares torna-se fatoe poderoso, pois promove ajustes comportamentais importantes para a socialização dos alunos, e o convívio com esses pares leva a pessoa com deficiência a ter parâmetros de comportamento apropriados à faixa etária. Portanto os alunos devem ser estimulados a se ajudar mutuamente.
    Esse contato com a diversidade dos pares somente trará benefícios para o desenvolvimento cognitivo, psicossocial e afetivo, contribuindo para a construção de uma sociedade na qual todos terão direitos e deveres iguais com possibilidade do exercício da cidadania.

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