domingo, 3 de junho de 2012

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 SOCIOLOGIA

ATIVIDADE 3 - VALOR 15 PONTOS


Com base na observação da imagem, explique o que é sociedade de consumo
















ATIVIDADE 2


ESCOLA ESTADUAL VANDA DA SILVA PINTO
Atividade de Sociologia- 1º e 2º Anos – valor 15p


O TRABALHO EM DIFERENTES SOCIEDADES

Pensar e analisar historicamente a questão do trabalho, a partir das diversas formas e significados que este irá assumir em diferentes sociedades é fundamental para compreendermos o trabalho no mundo atual. Deixando claro que muitas formas anteriores de trabalho ainda sobrevivem e estão incorporadas à nossa sociedade.


TRABALHO E PRODUÇÃO NAS SOCIEDADES PRIMITIVAS



        Desde muito cedo, o índio aprende a ser auto-suficiente, pois ao longo de sua vida ele aprende a produzir tudo o que precisará para sobreviver.

Nas sociedades tribais, o trabalho não é separado de outras atividades do cotidiano e não é valorizado como na sociedade capitalista. É uma ideia preconceituosa difundida pelos portugueses na época da colonização, a de que índio é preguiçoso e não trabalha. Sociedades como estas que estamos considerando não tem as nossas mesmas razões para trabalhar, pois nelas não encontramos algo parecido com o que faz o operário na fábrica, comandados pelos administradores, pela linha de montagem, pelo relógio de ponto, pelo salário no final do mês. “Trabalham”, para viver, para prover suas festas e presentear. Nunca mais que o estritamente necessário: a labuta não é um valor em si, não é algo que tem preço, que se oferece num mercado; não se opõe ao lazer, dele não se separando cronologicamente (“Hora de trabalhar”); não acontece em lugar especial, nem se desvincula das demais atividades sociais (parentesco, magia, religião, política, educação). 


Atividade:Após a leitura do texto faça um comentário sobre o trabalho nas duas sociedades citadas pelo autor.







TRABALHO E SOCIEDADE – Atividade

KARL MARX: TRABALHO, ALIENAÇÃO E MAIS-VALIA Sociologia



 Um dos principais teóricos a respeito do trabalho foi o filósofo alemão Karl Marx (1818-1883). De acordo com a sua interpretação, o trabalho é uma atividade tipicamente humana, porque implica a existência de um projeto mental que modela a conduta a ser desenvolvida para se alcançar um objetivo. Ainda segundo Marx, ao longo da história a dominação de uma classe social sobre outra desviou o trabalho de sua função positiva, pois em vez de servir ao bem comum, de promover a realização do indivíduo, passou a ser utilizado para o enriquecimento de alguns. De ato de criação virou rotina de reprodução. De recompensa pela liberdade transformou-se em castigo. Enfim, em vez de constituir um elemento de realização do ser humano, converteu-se em algo que para muitos é uma tortura, ou, conforme afirmava Marx, o trabalho se tornou um instrumento de alienação do ser humano na sociedade capitalista.

As relações entre os homens se caracterizam por relações de oposição, exploração e conflito  entre as classes sociais. Marx identificou relações de exploração da classe dos proprietários – a burguesia– sobre
a dos trabalhadores – o proletariado. Isso porque a posse dos meios de produção
(capital, máquinas, empresas, terras, instrumentos de trabalho, matéria-prima)
pela burguesia, sob a forma legal de propriedade privada, faz com que os trabalhadores,a fim de assegurar
sobrevivência, tenham de vender sua força de trabalho ao empresário capitalista, o qual se apropria do trabalho de seus operários.

TRABALHO ALIENADO

     A palavra alienação vem do latim alienare, que significa “que pertence a outro”, “tornar algo alheio (estranho) a alguém”. Na linguagem jurídica alienar, significa transferir a propriedade de um bem a outra pessoa. Nesse sentido, costuma-se dizer que “os bens do devedor foram alienados”. Para Marx, o sistema capitalista produziu o trabalho alienado, que “humaniza” (confere vida) a mercadoria, que passa a não pertencer mais a quem produziu, ou seja, o produto do trabalho humano passa ser algo estranho para o trabalhador, que jamais poderá usufruir (ter, possuir) da riqueza gerada pelas suas próprias mãos.
     Observa-se nas sociedades de hoje, que a produção de bens econômicos transformou-se em um objetivo imposto às pessoas, isto é, não são as pessoas os objetivos da produção, mas a produção em si. Esse processo acentuou-se no século XIX, quando o trabalho na maioria das indústrias se tornou cada vez mais rotineiro, automatizado e especializado, subdividido em múltiplas operações. Os empresários visavam, com isso, economizar tempo e aumentar a produtividade. Como exemplificou o economista escocês Adam Smith (1723-1790), na fabricação de alfinetes, um operário puxava o arame, outro o cortava, um terceiro o afiava, um quarto colocava a cabeça na extremidade da cabeça, um, outro, dava o polimento final.
     Essas observações nos ajudam a entender o conceito de alienação definido por Marx, para quem a industrialização e o assalariamento alienam porque separam o trabalhador dos meios de produção e do produto de seu trabalho, que passa a ser apropriado pelo capitalista.

 
 Com o capitalismo, o operário é expropriado (perde a posse) dos meios de 
produção e do produto de seu trabalho.

    Segundo Marx, a alienação do trabalho se caracteriza pela separação do trabalhador dos meios de produção (ferramentas, matéria-prima, máquinas) e do domínio do processo produtivo através da divisão do trabalho, resultando na expropriação (perda da posse) do seu saber e na apropriação (tomar posse) do seu trabalho pelo capitalista.  
      A forma de organização do trabalho – que conduz ao trabalho alienado – ainda pode ser observada em muitas indústrias, onde a função do operário se restringe ao cumprimento de ordens relativas à qualidade e a quantidade da produção. Tudo transcorre sem que o trabalhador possa decidir sobre o resultado final do seu trabalho e sem que tenha controle algum sobre a finalidade do que produz. Sempre repetindo as mesmas operações mecânicas, ele produz bens estranhos a sua pessoa, aos seus desejos e necessidades.
      Ao executar a rotina do trabalho alienado, o trabalhador submete-se a um sistema que, em grande parte, não lhe permite desfrutar financeiramente dos benefícios de sua própria atividade. Na sociedade capitalista, a prioridade passa a ser a de produzir para satisfazer as necessidades do mercado e não do trabalhador. Fabricam-se, por exemplo, coisas maravilhosas para os que podem comprar, enquanto o trabalhador vive em condições precárias de sobrevivência. Erguem-se mansões para os ricos, enquanto o operário que ajudou a construí-la não tem muitas vezes um teto próprio para morar com sua família. 


O trabalho alienado é marcado pelo desprazer, pelo embrutecimento e pela exploração do trabalhador,  que não se realiza em seu trabalho. Tal situação gera uma sensação de sofrimento em vez de bem-estar,  um sentimento de bloqueio que provoca cansaço físico e depressão. O trabalho alienado é sacrifício, mortificação. É um trabalho que não pertence ao trabalhador, mas sim a outro que comanda produção. É às custas da exploração de seu funcionário, que o patrão capitalista terá o conforto, o bem-estar e a riqueza que o trabalhador de sua empresa dificilmente poderá usufruir. 
(Adaptado de MARX, Karl. Manuscritos econômico-filosóficos.)

    A alienação se manifesta na vida real do homem, quando o produto do seu trabalho deixa de lhe pertencer.   Entretanto, não é apenas o produto que deixa de pertencer a ele, mas parte de sua própria vida, porque não é o  trabalhador quem irá determinar o seu salário, seu ritmo de trabalho e o que produzir, o empregado está sempre à disposição do patrão. Caso não queira submeter-se às ordens do chefe na empresa capitalista, Marx denomina de “exército industrial de reserva”, a grande massa de operários que disputam a vaga daquele operário. Todos querem vender sua força de trabalho ao capitalista para garantir a sua sobrevivência.



     Um conceito chave da teoria marxista é o conceito de mais-valia. Quando o capitalista compra a força de  

   REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

  COTRIM, Gilberto; FERNANDES, Mirna. Fundamentos de Filosofia. São Paulo: Saraiva, 2010.
  COSTA, Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3. ed. São Paulo: Moderna, 2005.
  COLLETTI, Lucio. O capital em quadrinhos. Trad. Maria Luiza Jens. São Paulo: Editoria e Livraria Escrita,  1980.

    ATIVIDADE

   1) Escreva como você consegue observar o trabalho alienado na sociedade atual. 

   2) O Trabalhador só se sente feliz em seus dias de folga, enquanto no trabalho permanece aborrecido”. Interprete     essa frase de Marx.

  3) Que profissão você gostaria de ter? Esse trabalho daria a você uma perspectiva de realização e liberdade? Como? O que você precisaria para realizar esse projeto?



2 comentários:

  1. 1) O trabalho alienado na sociedade atual é diferente de antigamente, porque eles não usufruía do trabalho de suas próprias mãos. Hoje não, nas empresas, os funcionários fabricam os produtos e usufrui , mas acontece que para usufruir daquele produto, terão que pagar. No entanto na sociedade atual, os trabalhadores usufruir os produtos gerados pelas suas próprias mãos, mas ao mesmo tempo paga imposto para obter o tão desejado produto.

    2)Porque no trabalho, os dias são de muito estresse, cansaço e muito exaustão. Por isso , enquanto o trabalhador trabalha , ele só pensa em terminar suas atividades profissionais ,e poder ir finalmente pra sua casa. Portanto o trabalhador se torna aborrecido, por causa de seu emprego. Nos dias de folga o trabalhador se livra de toda tensão, descansa e tem um pouco de sossego e diversão com a sua família. E isso faz com que ele esqueça de toda tensão que ocorreu no trabalho.

    3) Natália - A profissão que eu gostaria de ter é juiz e médica. Daria sim, principalmente na perspectiva de realização, porque estaria realizando meu sonho de se formar nessa profissão. A liberdade por final, eu acho que não terei muito, porque requere muito profissionalismo, ou seja, sobrando menos tempo de liberdade pra mim. O que eu preciso é estudar e focar no objetivo de alcançar ele e lutar para que eu consiga e ter condições financeiras para poder investir na realização.

    - Karina : Major do exército Brasileiro em Boa Vista, que me daria a oportunidade de subi de cargo. Assim em cinco anos o meu salário aumentaria, só preciso estudar em uma escola militar.

    -Andresa :Advogada.Sim.Dando me independência e conhecimento.Concluir os estudos ' fazer uma faculdade , preciso de desempenho prÓprio e força de vontade.


    - João Carlos :Engenharia Civil. Sim. Porque estarei realizando o meu sonho de se formar na profissão que eu gosto. A liberdade,eu acho que teria, porque eu mesmo estarei projetando as coisas conforme mandado e ao mesmo tempo opinando nas projeções.Precisa muito estudar e ter condições financeiras para realizar esse projeto.






    Componentes : Natália Gabriel, Karina Matos, Andresa Isabel, João Carlos.

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    1. OK.Vou usar essa atividade como prova e a nota de vocês é 50.Parabéns!

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