quarta-feira, 24 de agosto de 2011

PASSOS PARA A INCLUSÃO


PASSOS PARA A INCLUSÃO


  1. Ter como filosofia da educação a base teórica construtivista, que leva em conta as diferenças na aprendizagem dos indivíduos.
  2. Concientizar a comunidade,alunos e pais, sobretudo, sobre o fato de que o deficiente não vai atrapalhar a aprendizagem dos alunos, e sim ajudá-los a vivenciar uma nova experiência como ser humano solidário e respeitador das diferenças.
  3. Ter uma equipe de professores e funcionários preparada para lidar com situações inusitadas. Por exemplo, um aluno que necessita de ajuda para usar o banheiro ou outro que prefira estar a maior parte do tempo fora de sala de aula.
  4. Matricular os alunos com deficiência nas classes correspondentes à sua idade cronológica, para que construam, ainda que em defasagem mental, uma idade social.
  5. Não priorizar a aprendizagem dos conteúdos educacionais em detrimento da aprendizagem de vida.
  6. Elaborar o plano didático, não mediante parâmetros pré estabelecidos, mas levando em conta a realidade dos alunos da classe. Cabe ao professor a tarefa de adequar-se ao seu “público” e não esperar que este se ajuste a determinações alheias à sua condição presente.
  7. Não esperar “respostas” imediatas dos alunos deficientes. Respeitar as diferenças é também respeitar o rítmo de aprendizagem de cada um, mesmo que não corresponda às nossas expectativas.
  8. Contudo, não deixar de apresentar determinados temas ao aluno DI supondo que ele não vá “aprendê-los”.
  9. Avaliar a aprendizagem considerando o potencial do aluno, e não as exigências do sistema escolar.
  10. Em casos muito extremos, como alta agressividade ou passividade absoluta, aconselhar aos pais que busquem ajuda médica.
  11. Fazer da observação atenta o seu mais importante instrumento de tomada de decisão.
  12. Não ter medo de, muitas vezes, aliar a intuição aos conhecimentos de natureza psicopedagógica.
  13. Derrubar os seguintes mitos:
* de que os deficientes necessitam sempre de cuidados especiais
           * de que as pessoas que lidam com os deficientes, principalmente os professores, precisam      
               ser especialistas. É necessário apenas, que o profesor estaja atento ao pode fazer para c
               contribuir com desenvolvimento do aluno.
      * de que os deficientes têm que estar em escolas especiais.
      * de que eles atrapalham a aprendizagem das outras crianças.

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